Ainda existe um teor de loucura
nas minhas cavidades nasais,
melhor que um poema de costas
pouco importa as bostas,
que foram arremessadas e perdidas no espaço
eu cago de novo,
contra o fatalismo
contra a lógica
contra o mau senso de humor,
destruidor
de bom costumes
poesia e rock'n'roll
"Yeah !!"
Every body fora da moda
ainda há uma gota de loucura
na minhas cuticulas
esperança de levar um poema
pra um banco de bar.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Por quê parei de escrever poemas?
Por quê parei de escrever poemas?Não sei se foi o "mal-de-Pako" que me afetou. Quando acreditava no verso, algo me consumiu, e me tornou frio. Sinto saudade, mas hoje em dia estou mais para um dono de casa, um tipo de homem que deseja cantar grunindo, e por isso farei desse boteco meu cobaia, decidi recorrer a ele de novo, por quê não choro por nada nesse mundo, e tenho sido neurótico e triste como deve ser o nascimento.
Um sorriso tem que ser reaprendido durante toda a vida. E gestos de grosseria boas ou ruins, são como uma força primitiva de um homem cada vez mais solitário, mas que se emociona com um leve beliscão no peito. Sinto falta dos meus versos... sei que despertei o poema em poetas, mas não sei se fui embora, ou se não confio mais em letras por serem sempre ordenadas, nao sei se o poema existe em mim, mas não com esse nome, ou se isso é resquicios de uma adolescência só alegre.
Afinal de contas, fui vitimado, mas aprendi a puxar uma corda bem alto, que conheci novas formas de consolar.
Um sorriso tem que ser reaprendido durante toda a vida. E gestos de grosseria boas ou ruins, são como uma força primitiva de um homem cada vez mais solitário, mas que se emociona com um leve beliscão no peito. Sinto falta dos meus versos... sei que despertei o poema em poetas, mas não sei se fui embora, ou se não confio mais em letras por serem sempre ordenadas, nao sei se o poema existe em mim, mas não com esse nome, ou se isso é resquicios de uma adolescência só alegre.
Afinal de contas, fui vitimado, mas aprendi a puxar uma corda bem alto, que conheci novas formas de consolar.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Comentário
Catatau...
seu poema tem visceras,
olhos dilatados,
e arritmia,
catatau,
seu poema...
é a verdadeira poesia.
seu poema tem visceras,
olhos dilatados,
e arritmia,
catatau,
seu poema...
é a verdadeira poesia.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Poema para Pako
Em Belém, não tem mais nada
a cidade ficou oca,
cada um com seu cigarro,
cada espaço da calçada.
em Belém, tudo e receio
todos os sonhos cabisbaixos,
os relógios entre as horas,
e os botecos já fechados.
Nesta cidade haja deus,
pra tantos homens castigados,
tantas estrelas se escondendo,
por trás das luzes dos carros.
Como somos solitários,
como comemos o medo.
entre tanta queda d'água
também caimos no meio.
a cidade ficou oca,
cada um com seu cigarro,
cada espaço da calçada.
em Belém, tudo e receio
todos os sonhos cabisbaixos,
os relógios entre as horas,
e os botecos já fechados.
Nesta cidade haja deus,
pra tantos homens castigados,
tantas estrelas se escondendo,
por trás das luzes dos carros.
Como somos solitários,
como comemos o medo.
entre tanta queda d'água
também caimos no meio.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Poema do boteco.
Espero, que um poema me prenha!
Afinal, as palavras acabaram?
Ou não existe poeta, ao menos Poeta,
que não acabe seus versos, com versos
a Internet,
cachorro por cachorro,
tenho que lêr ao menos,
um poema que doa
que não soe como propaganda,
mas as arvóres do bosque
nunca foram tão verdes,
meu sentimento
é projeção em tela,
nota por nota de guitarra
a ser gozada
mas ninguem goza com isso,
afinal, minhas palavras acabaram...
ou isso é um parto?
mas a poesia esta na rede,
esta pensando,
nós
de ressaca,
e ela dedilhando um violão
talvez o útero tenha sido doloroso,
estamos apenas de ressaca,
e não encontramos a palavra certa...(pra falar aquilo)
merecemos uma palavra nova,
mas já a tanta,
nós apenas estamos chupando o dedo,
e aprendendo a conversar,
a um alienigena em nosso quarto,
e a
Internet...
fala bem dificil.
Afinal, as palavras acabaram?
Ou não existe poeta, ao menos Poeta,
que não acabe seus versos, com versos
a Internet,
cachorro por cachorro,
tenho que lêr ao menos,
um poema que doa
que não soe como propaganda,
mas as arvóres do bosque
nunca foram tão verdes,
meu sentimento
é projeção em tela,
nota por nota de guitarra
a ser gozada
mas ninguem goza com isso,
afinal, minhas palavras acabaram...
ou isso é um parto?
mas a poesia esta na rede,
esta pensando,
nós
de ressaca,
e ela dedilhando um violão
talvez o útero tenha sido doloroso,
estamos apenas de ressaca,
e não encontramos a palavra certa...(pra falar aquilo)
merecemos uma palavra nova,
mas já a tanta,
nós apenas estamos chupando o dedo,
e aprendendo a conversar,
a um alienigena em nosso quarto,
e a
Internet...
fala bem dificil.
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