Por todavia
óculos escuros não me escondem mais,
preciso de uma máscara risonha.
Bem que poderia morrer em Florência
me afogar em Veneza
me perder em Roma,
mas seria triste
infelizmente.
"em algum lugar da Itália
brasileiro morre, se perde
ou se afoga...
passava férias...
em seu braço
um rolex falso e folgado,
segundo mais próximos
-era a sua cara."
quarta-feira, 11 de julho de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
Showzes Buzzziness.
Não nos falta arpejos, nem nos falta escalas
headbangers, solos de guitarra,
não nos falta doces, muito menos balas,
nem jogos de luz, ou mesmo de palavras.
não nos falta feeling, nem mesmo pegada
tão pouco delírio, muito menos raiva.
mas,
se quando as luzes se apagam
quando tudo acaba
não restar mais nada,
de fato
ou tudo nos falta
ou não falta nada.
headbangers, solos de guitarra,
não nos falta doces, muito menos balas,
nem jogos de luz, ou mesmo de palavras.
não nos falta feeling, nem mesmo pegada
tão pouco delírio, muito menos raiva.
mas,
se quando as luzes se apagam
quando tudo acaba
não restar mais nada,
de fato
ou tudo nos falta
ou não falta nada.
terça-feira, 22 de maio de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Sobre(ou como) o mar.
Com medo e dificuldade
observo a realidade
oco.
sou latente e lento
sensível e vago
(como o mar),
sobre a areia
sempre atento.
observo a realidade
oco.
sou latente e lento
sensível e vago
(como o mar),
sobre a areia
sempre atento.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Outra Incursão
caminhado cansando,
cantei até três
erámos moscas, zumbidos
azedos na gragantaa
aí, como sorria a freira
ah espremer limões
escorregávamos(belas palavras)
bebidos, babados
sobrevivia a boutique
e eu matava
os pastos,
patricinhas sorriam
tabletes de felicidade
e imperava a digníssima tristeza
caminhava a infância morna e lerda
burlavam
as bulas, tudo era remédio
não arredava o pé nem gritava
burlava, burlava, burlava!
e gargarejando dizia o meu nome
meu lento juízo
zombava renato
nascido de ré
nadando de nato.
cantei até três
erámos moscas, zumbidos
azedos na gragantaa
aí, como sorria a freira
ah espremer limões
escorregávamos(belas palavras)
bebidos, babados
sobrevivia a boutique
e eu matava
os pastos,
patricinhas sorriam
tabletes de felicidade
e imperava a digníssima tristeza
caminhava a infância morna e lerda
burlavam
as bulas, tudo era remédio
não arredava o pé nem gritava
burlava, burlava, burlava!
e gargarejando dizia o meu nome
meu lento juízo
zombava renato
nascido de ré
nadando de nato.
Porco-incidência...
assim, desinteressantemente vivo
um porco de raça cruzou meu caminho
observei-o nos portas retratos,
e de melhor mal-humor
infinitamente sorria magro
e sem língua.
cabeça na contra-mão
postes no chão.
brilhava tenso
era de flor,
e como um ar cortava raro
pensei, meio penso
meio preso, incesto
porquê enchia
se voava pouco?
um porco de raça cruzou meu caminho
observei-o nos portas retratos,
e de melhor mal-humor
infinitamente sorria magro
e sem língua.
cabeça na contra-mão
postes no chão.
brilhava tenso
era de flor,
e como um ar cortava raro
pensei, meio penso
meio preso, incesto
porquê enchia
se voava pouco?
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